A ligação do show com a história de ficção segue uma fórmula que, se não acrescenta muito, ao menos não atrapalha, apesar da trama sorrateira. No intervalo de cada música – ou, em raros momentos, durante as canções – surgem as cenas do “arco dramático”, que também abusam dos efeitos especiais. Há até uma ou outra sequência mais forte, como as imagens de pessoas enforcadas no meio da rua ou o momento em que o protagonista coloca fogo em si mesmo (relaxe, esse spoiler não faz diferença alguma).
Vou deixar aí o Trailler do filme pra quem quiser:
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